sábado, 15 de fevereiro de 2014

Pastor comenta morte do cinegrafista da Band durante protestos no Rio de Janeiro

Pastor comenta morte do cinegrafista da Band durante protestos no Rio de JaneiroO pastor presbiteriano Solano Portela comentou no início da semana a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Rede Bandeirantes, que faleceu após ser atingido por um rojão detonado por manifestantes durante um protesto no Rio de Janeiro. Em seu texto, o pastor fala sobre os responsáveis sobre o ocorrido, afirmando que os militantes que detonaram o explosivo, integrantes de um grupo conhecido como Black Blocs, não são os únicos responsáveis pela morte do jornalista.
- Muitos contribuíram para essa morte e carregam parcela de culpa, não somente desse assassinato, 
mas de outros e dos ferimentos de tantas outras pessoas; de propriedades que vêm sendo destruídas; de ônibus queimados, trens depredados, veículos destroçados – afirma o pastor, ressaltando haverem outros grupos que são igualmente culpados por esta morte e por dezenas de agressões já registradas em manifestações.
- Santiago foi morto por aqueles que acatam e incentivam os “rolezinhos”, com uma ingenuidade doentia, como se o desrespeito às pessoas, a falta de postura civilizada e a agressão à propriedade alheia, não fizessem parte de uma incubadora maligna na qual cresce e floresce a semente da violência indiscriminada, que progredirá a agressões maiores; até a assassinatos – completa o pastor.
Portela cita ainda que “aqueles que acatam e incentivam os ‘rolezinhos’” também são culpados pela morte de Santiago, e imputa culpa também ao sistema judiciário, alguns comandantes da Polícia e aos políticos.
- Apavorar pessoas é coisa inocente? Sair atacando e beijando adolescentes e senhoras à força, não é assédio sexual? Roubar e depredar são legítimas expressões de divertimento? Muitos participantes e defensores dos rolezinhos parecem pensar assim. Carregam culpa na morte de Santiago – afiram o Portela, que ao longo de seu artigo cita a culpa de diversos setores da sociedade na morte do jornalista.
- Santiago foi morto por pessoas como eu e você, quando esquecemos as lições da história, o debacle dos impérios socialistas moribundos, as atrocidades de ditaduras cruéis que agem “em nome do povo”, e acatando filosofias e políticas de esquerda, aplaudimos os ditadorezinhos emergentes idiotas que pululam ao nosso redor – afirma.

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